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UMA NOVA ECONOMIA

UM NOVO MUNDO

UM MUNDO VIRTUAL

 

 
O que é SecondLife ?

Como o nome diz, uma "segunda vida". Parece game, mas trata-se realmente de um mundo virtual em 3D e habitado nos dias de hoje por mais de 2.000.000 de internautas ao redor do mundo.

 

Como funciona ?

Você faz o download do programa Secondlife (programa que gerencia as conexões e qualifica as imagens).

Não é jogo, é realmente um simulador de uma nova economia, onde você passa a ter uma nova identidade e tudo o que faz hoje no mundo real (viajar, comprar, trabalhar, investir, namorar) fará no Second Life. É tão real que você tem que pagar para participar, ou melhor, você troca dinheiro real pela moeda que será usada no jogo. Se você perder esse dinheiro, perdeu. Agora se ganhar, ganha realmente.

Para se cadastrar, instale o programa e crie um novo acesso. Você pode fazer uma visita Trial sem qualquer custo.

 
 


 

 


 

 

 

CONCEITO DE ECONOMIA

 

Economia é a ciência que estuda a atividade produtiva. Focaliza estritamente os problemas referentes ao uso mais eficiente de recursos materiais escassos para a produção de bens; estuda as variações e combinações na alocação dos fatores de produção (terra, capital, trabalho, tecnologia), na distribuição de renda, na oferta e procura e nos preços das mercadorias. Sua preocupação fundamental refere-se aos aspectos mensuráveis da atividade produtiva, recorrendo para isso aos conhecimentos matemáticos, estatísticos e econométricos.
De forma geral, esse estudo pode ter por objeto a unidade de produção (empresa), a unidade de consumo (família) ou então a atividade econômica de toda a sociedade. No primeiro caso, os estudos pertencem à microeconomia e, no segundo, à macroeconomia. A palavra "economia", na Grécia Antiga, servia para indicar a administração da casa, do patrimônio particular, enquanto a administração da polis (cidade-estado) era indicada pela expressão "economia politica". A última expressão caiu em desuso e só voltou a ser empregada, na época do mercantilismo, pelo economista francês Antoine Montchrestien (1615); os economistas clássicos utilizaram-na para caracterizar os estudos sobre a produção social de bens visando à satisfação de necessidades humanas no capitalismo.
Foi somente com o surgimento da escola marginalista, na Segunda metade do século XIX, que a expressão "economia política" foi abandonada, sendo substituída apenas por "economia". Desde então, é a denominação dominante nos meios acadêmicos, enquanto o termo "economia política" ficou restrito ao pensamento marxista. Modernamente, de acordo com os objetivos teóricos ou práticos, a economia se divide em várias áreas: economia privada, pura, social, coletiva, livre, nacional, internacional, estatal, mista, agrícola, industrial etc. Ao mesmo tempo, o estudo da economia abrange numerosas escolas que se apoiam em proposições metodológicas comumente conflitantes entre si. Isso porque, ao contrário das ciências exatas, a economia não é desligada da concepção de mundo do investigador, cujos interesses e valores interferem, conscientemente ou não, em seu trabalho cientifico. Em decorrência disso, a economia não apresenta unidade nem mesmo quanto a seu objeto de trabalho, pois este depende da visão que o economista tem do processo produtivo.

 

Fonte: SANDRONI, Paulo. Novíssimo Dicionário de Economia. 6ª Ed. São Paulo: Editora Best Seller, 2001.

 

 

 

 

O curso de Ciências Econômicas da UTP está estruturado para oferecer ao futuro economista uma formação que contemple um sólido conhecimento teórico-instrumental das questões econômicas e das demais necessárias a completa formação do profissional. Tem como missão a formação de um profissional empreendedor, apto a atuar nas diferentes áreas da economia, cujo diferencial, é a sua capacidade de intervir no processo de desenvolvimento da competitividade sistêmica das organizações. Neste contexto, o aluno dispõe de uma moderna estrutura de ensino com laboratórios, bibliotecas, banco de dados, bem como, de oportunidades de desenvolvimento de pesquisas e atividades de extensão universitária, capacitando-o a uma formação plena para atuação profissional.

 

ÁREA DO CONHECIMENTO

O estudo econômico faz parte de uma das mais abrangentes categorias do conhecimento humano, as ciências sociais. Neste contexto, a ciência econômica centra sua atenção na eficiente produção e distribuição de riquezas, visando o bem estar da sociedade como um todo. Modernamente, com o rápido avanço das novas tecnologias, utilizadas tanto na produção como nas comunicações, a sociedade evolui com grande rapidez para um sistema de interações globais, onde as relações entre agentes e sistemas ficam mais complexas. Assim, faz-se necessário, cada vez mais, o conhecimento mais aprofundado da ciência econômica, pois através dela torna-se possível a correção de desvios verificados na busca de melhorias para a sociedade bem como, a garantia da sustentabilidade da produção de riquezas para as gerações futuras com a exploração racional dos recursos ambientais.

 

CAMPOS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL

O economista é um profissional preparado para tomar decisões em ambientes complexos, dada a sua formação holística, ou seja, possuir uma visão sistêmica das várias interações que regem a vida da sociedade e das organizações. Ele está habilitado a utilização de conhecimentos teórico-práticos não só na solução de conflitos localizados, mas com uma visão de conjunto das inter-relações que interferem nos resultados esperados. Assim, o economista atua tanto nas áreas pública como privada, em setores que necessitem de ações eficientes, como os mercados (de bens e serviços e financeiros), de produção e distribuição de riquezas, na execução, implantação e acompanhamento de políticas públicas, orçamentárias e de planejamento. No ambiente internacional o economista se insere como um profissional de necessária atuação, dado o seu potencial de visão e reflexão dos problemas da sociedade com um todo. Na UTP, o aluno do curso de economia receberá toda a qualificação necessária, capacitando-o a uma atuação eficiente na vida profissional, pois além dos conhecimentos teórico-práticos recebidos ele terá uma formação voltada a promoção humana e ao conseqüente bem estar da sociedade.


 

ARTIGO

Software Livre: Economia e Justiça

 

       A própria Internet, que não tem dono, apenas inventor, iniciou sem prometer nada, mas foi bem vinda e organizada para se tornar uma ferramenta indispensável. Ela mesma ajudou diversos programas comerciais a se tornarem mais eficientes e sujeitos a menos erros, pois como era mais fácil e mais rápido transferir arquivos para qualquer lugar no mundo, antes de um programa de computador ser disponibilizado no mercado, era criada uma versão chamada de “beta” para teste. Esta versão não tinha valor comercial e diversos colaboradores poderiam apontar todos os defeitos possíveis que poderiam ocorrer nas diversas máquinas. Não que este processo não existisse nos anos 80, existia, mas como não havia Internet, a quantidade de colaboradores era bem menor. Mas livre era apenas a versão beta dos softwares, seus códigos eram fechados e não podiam ser modificados estruturalmente por aqueles que os testavam.

         Adotar a política do software livre (open-source - código aberto) não quer dizer que todos os softwares disponíveis no mercado tenham que ser livres, mas também não quer dizer que não possam ser customizáveis. Como um sistema ERP (Enterprise Resource Planning – Sistemas integrados de gestão) por exemplo, com relatórios personalizáveis ou sistemas de cadastros ajustáveis.

        Essa prática de "customização" seria o meio encontrado pela comunidade de TI (Tecnologia da Informação) para facilitar, ampliar e personalizar o dia-a-dia do usuário. Existem muitos fatores que justificam o porquê de nem todos os softwares poderem ser livres, como:

  • Códigos engenhosos com cálculos complexos, resultado de anos de estudo e pesquisa de seus proprietários.

  • A continuidade do desenvolvimento do software, aumentando e melhorando sua funcionalidade e mantendo a competitividade entre os diversos similares.

  • A segurança. A mais importante, pois em um software livre, assim como pode conter instruções amigáveis, também podem ser introduzidos códigos mal-intencionados, como um spyware (programa espião) por exemplo.

  • A capacidade técnica do suporte. O próprio Linux (sistema operacional de código aberto) demonstra essa falha, pois ainda existem dificuldades para se encontrar profissionais que possam prestar um serviço de qualidade para esse ambiente, ao contrário do Windows, onde até as crianças já aprendem a utilizar na escola. Portanto, essa qualidade não quer dizer "incapacidade", mas a pouca disponibilidade de profissionais para tanta demanda.

        Nesse último caso, para as empresas que resolvem optar entre adquirir um software livre e um software proprietário, a prestação de serviços e a segurança são os itens que mais pesam economicamente para se fazer a escolha (custo de segurança e suporte).

Um dos maiores problemas do software livre não é exatamente, em alguns casos, a falta de capacidade técnica de suporte, pois existem muitos casos de sucesso nesta área. Problema mesmo existe para a área jurídica, como a cópia de um software livre transformado indevidamente em software proprietário por algum programador mal intencionado.

        Um exemplo bem interessante desta prática é apontado por Ronaldo Lemos, Coordenador da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, no caso “Epimetheus versus Metheus”, onde um programador criou um software para automação de estúdios e o lança em formato de código livre sob a licença CC-GNU-GPL (GNU, General Public License ou GPL - projeto GNU, licença geral pública), esperando que diversos colaboradores pudessem enriquecê-lo e difundi-lo ao redor do mundo, contando que mais tarde prestaria consultoria àqueles que o utilizassem. Depois que este software de código aberto foi lançado, uma empresa o copiou, modificou sua aparência e o lançou como software proprietário, ou seja, de código fechado com preço de venda e comercialização garantida.

        No exemplo, a facilidade da empresa em comercializá-lo advém do produto privado aparentar maior segurança aos seus compradores. É apenas uma condição, não uma justificativa. O problema mesmo é que trata-se de software livre (open-source) e não um software grátis (freeware). A pirataria é clara, a dificuldade é comprovar a prática, pois não há nada que impossibilite um software de se parecer ou de funcionar como o outro, pois a autoria comprovada está no código fonte, não na aparência e funcionalidade. Se este código for muito bem alterado, mascarando a forma e metodologia do original, quem o tiver pode se apropriar de tal, pois para se fazer uma alteração do código fonte de um programa, mantendo sua funcionalidade, necessita-se de grande capacidade técnica e tempo para esconder a prova do crime.

Outro problema, com base no exemplo, é que uma ação judicial do programador contra a empresa teria um custo altíssimo e duraria um longo período para uma perícia apontar o plágio.

        Se a empresa do exemplo tivesse apenas mantido o programa em regime open-source, e até modificado, não haveria problema, muito pelo contrário, seria uma grande alegria ao programador autor. Mas como essa optou criminosamente pela cópia e pirataria, trata-se de um crime de violação de direitos autorais e, pior ainda, uma apropriação indébita.

 

Daniel Cavagnari

Fonte: Revista Novos Rumos - Associação dos Magistrados do Paraná, Novembro de 2005

 

 

 

 


 

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